SAQUAREMA.

SAQUAREMA.
praia da vila.

terça-feira, 29 de junho de 2010

O verdadeiro Amigo está sempre por perto.
A força de uma amizade. Em meio à batalha .Certa vez um soldado disse ao seu tenente:

- Meu amigo não voltou do campo de batalha, senhor. Solicito permissão para ir buscá-lo.

- Permissão negada, replicou o oficial. Não quero que arrisque a sua vida por um homem que provavelmente está morto.

O soldado ignorando a proibição saiu, e uma hora mais tarde regressou mortalmente ferido, trazendo a notícia da morte do amigo. O oficial estava furioso:

- Já tinha dito que ele estava morto! Agora eu perdi dois homens! Diga-me : - Valeu a pena ir de encontro a um cadáver?

E o soldado, moribundo, respondeu:

- Claro que sim, senhor! Quando o encontrei ele ainda estava vivo e pôde me dizer:

- Tinha certeza que você viria!

"AMIGO É AQUELE QUE CHEGA QUANDO TODO MUNDO JÁ SE FOI."

A linguagem da fé surpreende e nos faz superiores a qualquer ameaça. Além disso, a voz da fé agrada ao Senhor e apavora o inimigo. A palavra dita com fé tem o mesmo poder das palavras pronunciadas por Jesus. Só confesse o que essa virtude o impulsiona a dizer, pois quem se reveste dela torna-se invencível!
Quem não está acostumado com amigos de fé e ouve um deles falar do que pode fazer em Cristo pensa que está diante de um insensato ou um tagarela inconsequente. Mas a verdade é que essa virtude divina nos faz agir como indivíduos poderosos, como aconteceu a todos aqueles que serviram a Deus no passado. Quando tomamos posição com fé, sabemos que ela é a linguagem a qual o Senhor deseja que tenhamos. No entanto, algumas pessoas, que se dizem de Deus, possuem um linguajar muito negativo, bem diferente daquela que possui fé e fala com ousadia!

Não estamos sendo irracionais quando, cheios de fé, declaramos o que o Senhor nos disse, porque ela não é um desejo ou uma necessidade, mas uma convicção, uma certeza que vem ao nosso coração por darmos ouvidos à Palavra de Deus (Romanos 10.17). Ela nos faz superiores às ameaças do inimigo e nos dá força para tirar uma ovelha das garras do leão e livrar outra da boca de um urso. Mesmo que estes se lancem contra nós, serão rasgados do mesmo modo que se rasga um trapo de pano velho.

Quando declaramos o que a fé nos diz, agradamos a Deus; entretanto, ao proferirmos as mentiras do inimigo, desagradamos ao Senhor. Fazendo isso, nós O impedimos de agir em nosso favor, pois Suas mãos ficam atadas, Seu poder fica inerte, e o maligno nos arrasa com suas obras. Foram declarações e atitudes de fé que fizeram com que o Senhor dissesse que havia achado Davi, um homem segundo o Seu coração (1 Samuel 13.14; Atos 13.22). De que modo você tem falado? Deus tem-Se agradado ou desagradado das suas palavras?

A voz que agrada a Deus apavora o diabo, o qual sabe que, por trás de uma declaração de fé, vem uma chuva de fogo que irá queimá-lo. Como acontecia na ocasião em que Jesus falava, assim ocorre quando alguém, com fé, ordena a saída de qualquer mal.

Não faça nenhuma declaração fora da fé. Somente o Senhor Deus deve impulsioná-lo a se pronunciar. Ore, busque e, quando essa virtude inundar seu coração, revista-se dela, e, então, suas declarações serão tão invencíveis quanto foram as do Senhor Jesus.

segunda-feira, 21 de junho de 2010


Paz irmãos.
Quero com poucas palavras dar o meu testemunho aqui para os irmãos, na quinta-feira a noite recebi uma ligação da minha irmã, dizendo que tinha internado minha mãe no hospital , fiquei muito triste com a noticia e preocupado pois ela reclamava de dores no peito. No hospital ela fez varios exames e foi constatado problemas no pulmão. minha irmã ficou com ela no hospital como acompanhante, que é um problema pois ela trabalha e eu também, mas como foi final de semana ficou mais facíl.
     No sabado que eu estava de folga fui visita-la e ate achei o quadro dela bom, mas antes de ir embora orei com todo meu coração ao nosso Deus, e pedi que que minha mãe tivesse alta na segunda-feira, pois sabia que seria dificil ficar  com ela, a noite já na igreja pedi ao Senhor um milagre, e mais uma vez abri meu coração para o nosso Deus.
     Quando chegou a segunda-feira pela manhã recebi a noticia que minha mãe tinha tido alta do hospital. ai comecei a chorar e dar glórias ao nosso Deus porque mesmo não merecendo, ele se mostra misericordioso conosco.. O choro pode durar uma noite, mas a legria vem pela manhã.(salmos 30. 5)...
   Irmãos mesmo que o seu problema seja para você uma coisa impossivel de se resolver.. creia nesse Deus, porque ele pode tudo, louvado seja o nome do nosso DEUS.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Você está disposto a fazer a sua parte?



Por André Sanchez

O mais interessante traço da omissão é que, na maioria da vezes, ninguém fica sabendo; é algo que fica dentro de nós, entre nós e Deus. Andando pela rua não conseguimos identificar quem são as pessoas omissas. Elas estão misturadas na multidão, mas elas estão lá.

É interessante como no decorrer do nosso dia a dia, situações se apresentam a nós e exigem que tomemos decisões. Acontece o tempo todo com todo mundo. Certamente aconteceu com você e comigo neste dia possibilidades sem fim de fazer o bem, de dar a nossa contribuição, de ajudar, de doar-se...

A Bíblia lança uma responsabilidade bastante interessante sobre cada um de nós. Ela diz que "aquele que sabe que deve fazer o bem e não o faz nisso está pecando." (Tiago 4:17)

É um pecado que fica escondidinho, mas que está lá: É o pecado de ser omisso diante de uma situação que é exatamente do tamanho que cabe em minhas possibilidades. Este pecado, como qualquer outro que possamos achar mais grave, nos afasta de Deus e O entristece.

Imagine só: Deus nos dá possibilidades, nos capacita, nos manda missões que temos de cumprir, e o que fazemos? Nos omitimos! Fingimos que não é com a gente! Não nos importamos! Quem fica sabendo? Provavelmente ninguém. É algo que fica entre nós e Deus; e por isso, às vezes não damos bola e posamos de santos, mas na verdade somos, diante de Deus, pecadores sujos.

Por isso, sempre que uma possibilidade de fazer o bem estiver ao seu alcance, não se esqueça de que ela veio de Deus para você, e que estará pecando caso seja omisso.

Se todas as pessoas fizessem o bem que Deus coloca em seus caminhos, certamente não teríamos pessoas passando fome, sede, frio; não teríamos violência, desigualdades sociais severas, preconceitos, etc.

Deus dá a cada um de nós missões do tamanho exato de nossas possibilidades. Cabe, então, a cada um decidir...

quinta-feira, 10 de junho de 2010

As qualidades essenciais do verdadeiro discipulado


Na parábola do semeador (Lucas 8:4-15), Jesus disse que pessoas diferentes responderiam ao evangelho de modos diferentes. Muitos inicialmente ouviriam e obedeceriam à verdade, mas nem todos estes guardariam a fé com persistência. Alguns se tornariam infiéis e se afastariam. Aqueles que “não tiverem raiz,” por exemplo, podem acreditar “durante algum tempo,” mas no tempo da tentação se afastariam (v. 13). Ainda outros são “afogados com cuidados, riquezas e prazeres da vida.” Jesus disse que estes não “darão fruto de maturidade” (v. 14).
A verdade do assunto é que é preciso certo tipo de caráter para buscar a Deus fielmente, e nem todos escolherão ter este tipo de caráter. O chamado do evangelho separa aqueles que têm uma “raiz” em si mesmos daqueles que não a têm. Saber isto deverá estimular algum pensamento sério a respeito de nós mesmos. Temos pessoalmente o que é preciso? Estamos querendo ser iguais àqueles que têm o caráter forte interior que o evangelho requer? Buscar a Deus requer “Três C’s”: coragem, compromisso e confissão. Se não estamos querendo pagar o preço em qualquer destas áreas, então o cristianismo não é para nós.
Coragem. No mínimo, é preciso coragem para seguir o Senhor. Em Apocalipse 21:8, os tímidos ou covardes encabeçam a lista daqueles que serão perdidos. Coragem é força em face do perigo, e podemos estar certos de que o diabo vai tornar nosso discipulado a Cristo tão perigoso quanto ele puder. Mas a qualquer perda com que o diabo possa nos ameaçar, podemos ter a coragem que vem da fé, que é vontade de enfrentar riscos reais baseados na nossa confiança que Deus nos salvará. A pessoa cujo objetivo principal é proteger a si mesmo e não se arriscar nunca será um fiel seguidor do Senhor. Os riscos são reais, as perdas neste mundo podem ser grandes, e são somente as pessoas corajosas de fé que lutarão e continuarão lutando até que a última batalha seja ganha. 
Compromisso. Se não tomarmos um genuíno compromisso com Deus não resistiremos muito tempo em face do que o diabo pode atirar em nós. A fé necessária para nossa salvação em Deus envolve muito mais do que um rompante de veneta passageira. Nem pensamento positivo nem simplesmente “fazer uma experiência” serão suficientes. Se propusermos seguir a Cristo, teremos que ter o caráter que é capaz de fazer uma promessa de boa fé de fazer realmente o que decidimos fazer. Tiago nos urge a “purificar” nossos corações de indecisão: “Chegai-vos a Deus, e ele se chegará a vós outros. Purificai as mãos, pecadores; e vós que sois de ânimo dobre, limpai o coração” (Tiago 4:8). Não há maior necessidade em nossos dias do que é, para aqueles que professam ser discípulos do Senhor, decidir e focalizar seus corações em Deus com um compromisso profundo.
Confissão. Compromissos secretos não se sustentam tanto como os públicos, e não deverá nos surpreender que o Senhor exija que coloquemo-nos publicamente no registro como tendo tanto crido nele como nos comprometido a ser seus discípulos (Romanos 10:9; 1 Timóteo 6:12, 13). Como o próprio Jesus, a testemunha verdadeira e fiel (Apocalipse 3:14), que nunca deixou de reconhecer publicamente o que ele sabia ser verdadeiro particularmente, precisamos querer morrer antes que encobrir ou esconder nossas convicções e nosso compromisso com Cristo. Tão importante é nossa confissão que o escritor de Hebreus fala dela como a própria coisa que precisa ser conservada firmemente se quisermos chegar ao céu, ele escreveu: “... conservemos firme a nossa confissão” (Hebreus 4:14) e “Guardemos firme a confissão da esperança, sem vacilar, pois quem fez a promessa é fiel” (Hebreus 10:23).
Então, ser um discípulo fiel de Cristo exige coragem, compromisso e confissão. Porém não nos enganemos: o fato que podemos “não ter o que é preciso” não significa que nascemos de um modo ou outro com a predestinação de Deus. Muito ao contrário, caráter é questão de escolha, e a escolha é só nossa. Nosso “coração” é determinado pelas muitas decisões de livre vontade que tomamos a cada dia. Algumas destas são grandes, outras são pequenas. Mas, juntas, elas todas acrescentam ao total o que é chamado nosso “caráter”. 
Porque nossas escolhas fazem nosso caráter, podemos mudar de um “coração” para outro. De fato, isto é precisamente o que é envolvido com ser “convertido” a Cristo. Tal conversão não é opcional. Jesus disse que temos que mudar: “Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos tornardes como crianças, de modo algum entrareis no reino dos céus” (Mateus 18:3). Seja o que tivermos sido no passado, hoje temos coragem? Estamos querendo ter compromisso genuíno com Deus? Serão nossas vidas caracterizadas por uma confissão fiel de nosso compromisso enquanto vivermos? Se assim for, temos as qualidades essenciais do verdadeiro discipulado! 
por Gary Henry

terça-feira, 8 de junho de 2010

Palavra da Semana




PERDOANDO

O perdão é divino ,portanto...


Perdoando e Reconciliando
Romanos 5:6-11

6 Pois, quando ainda éramos fracos, Cristo morreu a seu tempo pelos ímpios.
7 Porque dificilmente haverá quem morra por um justo; pois poderá ser que pelo homem bondoso alguém ouse morrer.
8 Mas Deus dá prova do seu amor para conosco, em que, quando éramos ainda pecadores, Cristo morreu por nós.
9 Logo muito mais, sendo agora justificados pelo seu sangue, seremos por ele salvos da ira.
10 Porque se nós, quando éramos inimigos, fomos reconciliados com Deus pela morte de seu Filho, muito mais, estando já reconciliados, seremos salvos pela sua vida.
11 E não somente isso, mas também nos gloriamos em Deus por nosso Senhor Jesus Cristo, pelo qual agora temos recebido a reconciliação.

O perdão é uma atitude divina. Todo cristão deve ter esta atitude. 
Pois se não fosse ele não teríamos recebido a vida de Cristo. Ele é o cancelamento da condenação que tínhamos. Ele nos deu paz.
Perdoar é tirar a culpa ou dívida que alguém possui contra você. Nós éramos  culpados e endividados .Tínhamos  sérios problemas diante de Deus ,mas tudo isso foi cancelado por causa do perdão.   

Porém  muitas vezes o perdão não é encarado em sua totalidade.Não podemos acreditar que o perdão é simplesmente uma palavra dita que não trará uma conseqüência mais profunda.Ele trará sim, pois se analisarmos qual o motivo que uma pessoa precisa pedir o perdão ou perdoar  veremos que o perdão é algo muito profundo.

O perdão faz existir novamente aquilo que se rompeu. O perdão é reconciliador.Caso não fosse não existiria o perdão.
Ex: Se duas  pessoas amigas se ofendem e rompem a amizade ,não se falam mais.Porem  uma delas pede o perdão e a outra aceita, mas a situação continua a mesma  , é sinal que não existiu o perdão.O perdão é divino ,não superficial.  Pois se neste caso tivesse realmente existido o perdão a amizade voltaria a ser a mesma antes da ofensa.

O verdadeiro perdão conduz ao relacionamento que se rompeu pela ofensa cometida.O perdão existirá no coração humilde, pois o soberbo de maneira nenhuma perdoará pois dificilmente terá essa graça divina no coração.O perdão restaura a vida que estava perdida.

Exemplo de Cristo: v.10 Porque se nós, quando éramos inimigos, fomos reconciliados com Deus pela morte de seu Filho, muito mais, estando já reconciliados, seremos salvos pela sua vida.


No amor de Cristo Jesus
Araken

quinta-feira, 3 de junho de 2010

O Sentido da Vida...

...sempre preocupou a humanidade. "Por que vivo?", "Qual a razão da vida?", "Qual o objetivo de viver?"
Mary Roberts Rinehart disse sobre o sentido da vida: "Um pouco de trabalho, um pouco de sono, um pouco de amor, e tudo acabou." • Edmund Cooke afirmou: "Nunca vivemos, mas sempre temos a expectativa da vida." • Colton: "A alma vive aqui como numa prisão e é liberta apenas pela morte." • Shakespeare: "Viver é uma sombra ambulante." • R. Campbell: "Viver é um corredor empoeirado, fechado de ambos os lados." • Rivarol: "Viver significa pensar sobre o passado, lamentar sobre o presente e tremer diante do futuro."
Será que todas essas não são afirmações bastante amargas e desanimadoras sobre o sentido da vida? Parece que todos falam apenas de existir e não de viver verdadeiramente.
Jesus tocou no âmago da questão ao dizer: "Eu sou... a vida" (João 14.6). Por isso o apóstolo Paulo escreveu sobre o sentido da sua vida: "Porquanto, para mim o viver é Cristo" (Filipenses 1.21). Por isso, também o apóstolo João começou sua primeira epístola com as palavras: "O que era desde o princípio, o que temos ouvido, o que temos visto com os nossos próprios olhos, o que contemplamos, e as nossas mãos apalparam, com respeito ao Verbo da vida (e a vida se manifestou, e nós a temos visto, e dela damos testemunho, e vo-la anunciamos, a vida eterna, a qual estava com o Pai e nos foi manifestada)" (1 João 1.1-2).
Uma revista esportiva resumiu da seguinte forma a vida de um famoso ex-treinador e comentarista esportivo:
Eu acreditava que 20 anos de fama bastariam... talvez ganhar três campeonatos e então, no auge, com 53/54 anos, parar... Depois eu pretendia recuperar tudo o que tinha perdido, por causa do muito tempo que estive viajando... Agora tudo parece tão sem sentido... Mas aquela ânsia incontrolável de conquistar o mundo não podia ser freada... Ao se ficar doente, chega-se à conclusão: "o esporte não significa mais nada" – esse pensamento é simplesmente terrível.
Alguém disse certa vez: "Qual o significado da vida, quando ela se torna ‘antigamente’?" Sem Jesus, que é a vida em todo o seu significado presente e eterno, a vida na terra oferece no máximo "sucesso vazio", e mesmo esse se esvai no final como areia entre os dedos. Por isso, dê ouvidos à voz de Jesus, que resume o sentido da vida numa única frase: "E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste" (João 17.3). (Norbert Lieth).